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Departamento de Antropologia
Secretaria: CFH, Bloco E/F, 4º piso
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Horários de atendimento da Secretaria do Departamento de Antropologia:
Segunda-feira: Teletrabalho, de 9h00 às 11h00; Presencial (Sala 3), de 13h00 às 19h00;
Terça-feira: Teletrabalho, de 8h00 às 11h00; Presencial (Sala 3), de 14h00 às 19h00;
Quarta-feira: Teletrabalho, de 8h00 às 11h00; Presencial (Sala 3), de 14h00 às 19h00;
Quinta-feira: Teletrabalho, de 8h00 às 12h00; e de 14h00 às 18h00;
Sexta-feira: Teletrabalho, de 8h00 às 12h00; e de 14h00 às 18h00.
Importante: Em horários nos quais a Secretaria do Departamento de Antropologia estiver em regime de teletrabalho, o atendimento presencial ocorrerá na Secretaria do PPGAS (Sala 1) ou Secretaria da Graduação em Antropologia (Sala 2).
Sala 1 – Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS)
Sala 2 – Secretaria do Curso de Graduação em Antropologia
Sala 3 – Secretaria do Departamento de Antropologia
Disponibilizamos os seguintes canais de atendimento aos usuários:
E-mail (ant@contato.ufsc.br); Telefone (48 – 3721-4129) e Atendimento Presencial.
As jornadas de trabalho dos servidores poderão ser acompanhadas pelo Sistema de Controle Social desenvolvido pela SeTIC, e que se encontra disponível no link: https://adrh.sistemas.ufsc.br/csocial/publico/servidor.xhtml?id=185595
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Disciplinas Isoladas – Pedidos de matrícula para o Semestre 2026-1
Os pedidos de matrículas em disciplinas isoladas de código ANT para o semestre 2026-1 estarão abertas de 18 a 19 de março de 2026.
Instruções em http://www.ant.cfh.ufsc.br/matriculas-em-disciplina-isolada/
Importante: desconsiderar que o Departamento de Antropologia não esteja listado no site acima; entretanto, as disciplinas de código ANT estão disponibilizadas nesse sistema.
ATENÇÃO!!!
- O Departamento de Antropologia somente aceita matrículas do tipo disciplinas isoladas.
- Pedidos de matrículas como aluno-ouvinte serão indeferidos.
- Não serão realizados pedidos presencialmente ou recebimento de documentação impressa — somente por meio do sistema disponibilizado em www.disciplinaisolada.ufsc.br.
Resultados dos pedidos de matrícula isoladas – Semestre 2026-1 (publicado em 24/03/2026).
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Processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor/a por tempo determinado (40 horas semanais)
Publicado Edital n. 003/2026/DDP
01 (uma) vaga para o Departamento de Antropologia; 40 horas semanais.
Período de inscrições de 2 a 6 de fevereiro de 2026.
Mais informações aqui.
Portaria de homologação de inscrições – 09/02/2026
Portaria de designação da Comissão Avaliadora – 19/02/2026
Cronograma de provas – 20/02/2026
Resultado preliminar
Resultados preliminares da Comissão de Validação / PROAFE – 24/03/2026
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5º Edição Mulheres na Ciência
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação – PROPESQ/UFSC, convida toda a comunidade acadêmica para a Premiação da 5º Edição Mulheres na Ciência, que acontecerá no dia 27 de março de 2026 (sexta-feira), às 16 horas, na Sala dos Conselhos, na Reitoria 1.
Na categoria Humanidades, como docente júnior, a indicada e premiada prof.ª Alinne de Lima Bonetti do Departamento de Antropologia, estará recebendo o prêmio nesta edição.
Trata-se de um prêmio que reconhece a excelência da labor da professora no campo da Antropologia Feminista e nos estudos de gênero e sexualidade.
Parabéns Professora Alinne!
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Resultado Seleção da Monitoria 2026-1 – Edital nº 1/2026/ANT – Ampla concorrência
Confira aqui o Resultado da Seleção de Monitorias do Departamento de Antropologia para o semestre 2026-1, referente ao Edital nº 1/2026/ANT, por ampla concorrência.
Os/as candidatos/as selecionados/as serão contatados/as pela Secretaria para assinatura do Termo de Compromisso da Monitoria e instruções sobre as atividades.
A Secretaria.
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Monitorias ANT 2026-1 – Abertura das inscrições
Estão abertas as inscrições para monitorias em disciplinas de Antropologia, semestre 2026-1.
O período de inscrições vai de 11 a 16 de março de 2026.
Acesse as instruções aqui.
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Edital Monitorias CFH 2026
MONITORIAS 2026 – ETAPA CONJUNTA CFH – INSCRIÇÕES PARA VAGAS EM AÇÕES AFIRMATIVAS
A primeira fase de seleção será realizada de forma conjunta e exclusiva para o preenchimento das 18 bolsas reservadas à Política de Ações Afirmativas (PAA) do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
O período de inscrições inicia em 5 de janeiro e encerra em 20 de fevereiro de 2026.
Acesse o Edital e verifique o Cronograma.
ATENÇÃO: As inscrições foram prorrogadas até 24 de fevereiro de 2026, conforme Edital n. 3/2026/CFH.
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Professor do Departamento de Antropologia alerta sobre risco de genocídio de povo indígena

Professor Márnio Teixeira-Pinto reencontra Toitji, do povo indígena Arara. Foto: FUNAI/Divulgação.A pesquisa do professor
A pesquisa do professor Márnio Teixeira-Pinto, do departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina, foi tema da reportagem “É preciso reaprender a viver: a luta para reunir e salvar o povo Arara“, publicada no Correio Braziliense no dia 05 de dezembro. A matéria é a continuação de uma série de quatro reportagens que saíram antes do início da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA), e se destaca por apresentar dados inéditos sobre a bacia do Xingu.“Nesta quinta matéria, Márnio Teixeira-Pinto apresenta os resultados da expedição que empreendeu durante 30 dias, entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano nas Terras Indígenas Arara e Cachoeira Seca, que foram delimitadas em datas e modos diferentes mas abrigam o mesmo povo. Este texto é um relato sobre as diferenças culturais provocadas pela diáspora desta etnia e as recomendações que faz para a uni-los novamente”, explica a repórter Cristina Ávila.
Márnio Teixeira-Pinto acompanha o povo Arara há 40 anos, desde 1986, dois anos após os primeiros subgrupos Arara serem transferidos pelo sertanista Sydney Possuelo para a Terra Indígena (TI) Arara. Ele conduziu parcela deles para lá quando estavam há mais de uma década numa fuga constante, nas margens do rio Iriri, bacia do Xingu, área onde ainda habitam, nos municípios de Altamira e Uruará, região de florestas conhecida como Terra do Meio, no Pará.
Na reportagem, o pesquisador faz o alerta:
“Os Arara da Terra Indígena (TI) Cachoeira Seca precisam reaprender o modo de vida tradicional, afetado pela invasão de seu território pela Transamazônica (BR230), nos anos 70, aprofundada pela recente Usina Hidrelétrica Belo Monte. Estamos assistindo às suas últimas chances de sobrevivência como povo indígena.” […]
“Tratores e retroescavadeiras passaram em cima de suas roças de subsistência, e destruíram caminhos tradicionais na mata. A partir daí, alguns subgrupos permaneceram em um afastamento histórico maior do que outros parentes Arara. E um deles, hoje na TI Cachoeira Seca, resultou em profundo isolamento e na enorme fragilidade em que vivem, sofrendo com as pressões regionais, com a perda quase total da sua capacidade de comunicação cotidiana na língua materna, com o esquecimento de conhecimentos sobre a floresta e com a saúde física e mental comprometidas. A perda da relação com os demais subgrupos Arara hoje aldeados na TI Arara (também nas margens do Iriri) comprometeu não só suas tradições, mas a possibilidade de casamentos e trocas naturais entre aldeias, fundamentais para manutenção de seu modo de vida.”
Segundo o texto, Márnio Teixeira-Pinto “realizou a viagem de modo voluntário, a convite da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) com a proposta de ajudar a Rede Bem Viver Arara, organizada pela instituição, para desenhar programas de articulação da população indígena. No dia 3 de novembro, entregou à Coordenação-Geral de Índios Isolados e Recém-Contatados (CGIIRC), da Funai (os Arara são classificados como de recente contato), um relatório de 36 páginas que inclui recomendações para evitar o que considera iminente genocídio”.
Confira a reportagem completa aqui.
[Fonte da Matéria: Notícias da UFSC, Edição 9/12/25 https://noticias.ufsc.br/2025/12/ufsc-na-midia-professor-de-antropologia-alerta-sobre-iminente-genocidio-de-povo-indigena/]
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UFSC 65 anos: sessão solene de aniversário é reagendada para segunda-feira, 15 de dezembro, 9h30m
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comemora seu aniversário de 65 anos com uma sessão solene do Conselho Universitário (CUn), no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, no campus Trindade, em Florianópolis. A cerimônia acontecerá na segunda-feira, 15 de dezembro, 9h30m.
A cerimônia contará com apresentações artísticas da Orkextra UFSC e da Companhia de Dança da UFSC e entrega, pela primeira vez na instituição, homenagens a quatro técnicos-administrativos em Educação (TAEs) referências em suas áreas de atuação, que receberão o título de TAE Emérito(a). Também serão homenageados seis educadores: dois com o título de Doutor(a) Honoris Causa e quatro com o título de Professor(a) Emérito(a).
O título de Professor(a) Emérito(a) é uma das mais altas honrarias acadêmicas, concedido a docentes aposentados(as) que tenham se destacado por seus méritos profissionais ou por relevantes serviços prestados à instituição.
São três as/os docentes do Departamento de Antropologia que recebem o título de Professor(a) Emérito(a):
Miriam Pillar Grossi, Rafael José de Menezes Bastos e Esther Jean Langdon
Miriam Pillar Grossi
A professora Miriam Pillar Grossi será homenageada por ser uma referência nacional e internacional no campo da Antropologia. Sua trajetória na UFSC começou em 1989, quando passou a atuar no Departamento de Antropologia. Desde então, a professora contribuiu significativamente para a projeção do departamento e do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Suas áreas de especialização incluem história da antropologia, feminismo, sexualidade, violências, gênero e diversidade sexual, políticas públicas, educação e diversidades, além de metodologias de pesquisa qualitativas.
Além de sua atuação como pesquisadora e docente, Miriam Grossi desempenhou um papel fundamental na formação de novos acadêmicos. Fundou, em 1991, o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividade (NIGS) e, ao longo de sua carreira, orientou mais de 200 estudantes em iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
A professora ocupou posições de destaque, como coordenadora do Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC) em duas gestões (2013-2015 e 2017-2020), presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) na gestão 2004-2006 e, atualmente, vice-presidente eleita da International Union of Anthropological and Ethnological Sciences (IUAES) para o período 2023-2027. Também coordena a Commission of Global Feminisms and Queer Politics. Sua contribuição acadêmica vai além da produção científica, refletindo-se na promoção de debates sobre gênero e diversidade e no fortalecimento da Antropologia como campo de estudo interdisciplinar e transformador.
Rafael José de Menezes Bastos
O professor Rafael José de Menezes Bastos será homenageado, em reconhecimento à sua ampla trajetória acadêmica e às relevantes contribuições à área da Antropologia. Sua formação acadêmica é marcada por um sólido percurso: graduado em Música pela Universidade de Brasília (1968), mestre em Antropologia Social pela mesma instituição (1976) e doutor em Ciências Sociais (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1990). Além disso, realizou estágios de pós-doutorado na França, nos Estados Unidos e no Canadá.
Ingressou como docente na UFSC em 1984 e, em 2014, foi promovido ao cargo de professor titular. Durante sua atuação na Universidade, consolidou uma trajetória acadêmica de grande relevância, com amplo reconhecimento nacional e internacional. Sua produção científica abrange mais de uma centena de artigos em periódicos qualificados, capítulos de livros e obras autorais que se tornaram referências nos campos da Etnologia e da Etnomusicologia Indígenas. Adicionalmente, atua como parecerista e conselheiro editorial em periódicos científicos no Brasil e no exterior, evidenciando seu prestígio e inserção na comunidade acadêmica internacional.
Para além de sua vasta produção bibliográfica, o professor Bastos se destacou por sua atuação institucional e formativa. Ele fundou e coordenou o núcleo de estudos Arte, Cultura e Sociedade na América Latina e Caribe (MUSA), coordenou o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC) e integrou diversos conselhos acadêmicos. Também foi professor visitante em universidades da Europa, América do Norte e América Latina. Sua contribuição vai além dos números, refletindo-se na consolidação de linhas de pesquisa, na formação de novos acadêmicos e no fortalecimento da Antropologia como campo científico no Brasil.
Esther Jean Langdon
A professora Esther Jean Langdon será homenageada, em reconhecimento por suas contribuições pioneiras à Antropologia e à saúde indígena. Sua carreira na UFSC começou em 1983, como professora visitante, tornando-se docente efetiva em 1988. Mesmo após sua aposentadoria, permaneceu ativamente vinculada à instituição como voluntária e pesquisadora sênior do CNPq. Sua produção científica é extensa, com mais de uma centena de publicações nacionais e internacionais, além de uma atuação marcante na formação de recursos humanos, com a orientação de mais de 100 trabalhos de graduação e pós-graduação.
Entre suas contribuições mais relevantes, destacam-se os estudos pioneiros em xamanismo, antropologia da saúde e povos indígenas, com atenção especial às populações amazônicas, como os Siona. Sua atuação no campo da saúde indígena foi decisiva para a consolidação dessa área no Brasil, influenciando tanto o meio acadêmico quanto a formulação de políticas públicas. Além disso, a professora contribuiu significativamente para os estudos sobre narrativa, performance e ética em pesquisa.
Esther Langdon também exerceu um papel de liderança institucional, coordenando o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural (INCT) por mais de uma década. Sua atuação foi central na internacionalização da UFSC e no fortalecimento das ciências humanas no Brasil. Em 2022, recebeu o Prêmio de Excelência Acadêmica da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS). Em 2023, a Editora da UFSC publicou o livro Uma antropologia da práxis, com textos de mais de 40 autores que celebram sua obra e trajetória.
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I ENCONTRO DA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA







